quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Busca



Entrego meu coração a Deus e a quem mais o quiser.
Procuro justiça em tudo o que eu fizer,
Procuro o acerto dos caminhos errados, ajustar os desajustados, abrigar os desabrigados no castelo de amor que Deus nos concede.
Procuro repartir a água com quem tem sede,
O pão com quem tem fome,
Chamar pelo nome a cada um no caminho da dor.
Somar esforços, plantar o amor na aridez dos duros corações.
Procuro a luz das orações que as almas boas nos oferecem pois elas nos fortalecem quando o desânimo bate.
Sou mais um cão que late, late mas não morde e, na hora da minha própria morte, lati feito cachorro raivoso.
E diante de um sono tortuoso me debati, sofri e despertei,
Por isso mesmo é que eu sei a força que tem o amor,
Que nos livra da dor da solidão e da tristeza.
Hoje caminho com destreza rumo ao infinito azul, o mais bonito altar que Deus nos deu.
A criação, tudo o que é e está sendo criado, é belo e misterioso legado, do qual devemos cuidar.
Deixo aqui meu abraço, meu muito obrigado
Meu incentivo e alegria, de ver que todo o dia, o sol volta a brilhar.
Paz

Poeta das luzes eternas
(Psicografado por Martha Lucci 28/08/2011)

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Caminhos do Amor



Sigamos o caminho do amor
Sigamos o caminho da luz
O nosso rastro será perfumado pelos lírios do campo.
Com todos os pequeninos pontos de luz dos irmãos abnegados
Formemos um grande e esplendoroso farol que nos guiará ao Senhor.
A cada irmão socorrido
Se acenderá mais mais luz,
Mais um ponto luminoso
Para aumentar a extensão do nosso "farol".
Deus os abençõe.


(Psicografado por Revilande 14/08/2011)

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Fuga




Fugi um dia de mim mesmo, me fechei, me isolei do mundo.
A janela do meu quarto era meu porto seguro.
Chorei, esbravejei, me revoltei contra o que não conhecia.
Não compreendia meus próprios sentimentos.
A tristeza era meu alimento.
A música, meu instrumento de libertação.
Eu, em cada canção colocava um pouco dos meus sonhos, anseios, mágoas, grandes sinais de desaprovação a quase tudo ao meu redor.
Medo, angústia eram meus companheiros mais constantes.
Como é triste ser um ignorante…
Sabia tanta coisa, tinha orgulho de saber e o orgulho é que me fez  enxergar diante da triste realidade.
Tempo perdido?
Não sei. Corro atrás do prejuízo, como todo mundo faz.
Nunca é tarde pra voltar atrás.

(Psicografado po Martha Lucci 30/01/2011)