segunda-feira, 22 de agosto de 2011

A vida é rara



Há muito no Oriente, era criança, vivíamos na tradição, e todos aqueles rituais, havia respeito, amor, paciência, tranquilidade, em nossa casa havia um lindo jardim com água entre as flores, simulando um riozinho, o som das águas descendo as pedras que papai ornamentava à volta e o meio do jardim, como era tranquilo ali.
Mas um dia, nem sabemos de onde chegou aquele calor intenso, uma onda de muito calor, não tínhamos para onde correr. Foi muito triste escutar gritos, ter dores e não sabíamos o que fazer.
Foi assim que passamos para o outro lado.
Hoje estamos bem, mas ainda lembramos com muita dor daquela tarde.
Pensamos em como é triste, humanos tão inteligentes usarem essa grande virtude na prática do mal, usarem a inteligência para causar a dor, será que não pensaram um só instante em colocar-se no lugar daquelas pessoas, o quanto sofreram.
A inteligência tem que ser usada para o progresso como muitos fazem, para aliviar dores, para ajudar a facilitar as coisas no trabalho difícil.
Pensem muito em suas atitudes, a inteligência é muito importante. As atitudes também.
Não causem sofrimentos, e sim minimizem sempre. Se não souberem como fazer, perguntem, juntem forças, mas ajam com cautela, a paciência tem que ser uma constante, a tranquilidade é uma consequência.
Escutem o som das águas, dos pássaros. Em tudo há vida.
Não se pode deixar tudo isso passar despercebido.
A vida é rara.

(Psicografado por Kátia - 12/05/06)





Um comentário:

  1. Certamente que os detalhes terríveis vividos pelas pessoas que morreram vítimas de bombas atômicas são dispensáveis, como deixa claro a mensagem do espírito comunicante. Realmente, é triste saber que há muita, mas muita bomba ainda para ser usada.

    Resta seguir o conselho dado: "...Escutem o som das águas, dos pássaros..."

    ResponderExcluir